quarta-feira, 22 de julho de 2015

OSTEOPOROSE X ALIMENTAÇÃO




OSTEOPOROSE: É uma doença que promove: perda progressiva de massa óssea, alteração da microestrutura dos ossos e aumento no risco de fraturas. A fragilidade pode chegar ao ponto que ocorram fraturas espontâneas, principalmente na coluna vertebral e 1/3 proximal do fêmur.  

OSTEOPENIA: É um estágio anterior a osteoporose, a sua definição está associada a quantidade de perda de massa óssea, ou seja, na osteopenia temos uma perda óssea, porém, essa perda óssea é menor que na osteoporose. 

Alimentos a serem evitados:


- Bebidas alcoólicas em geral;

- Excesso de sal ou de alimentos que o contenham: sopas e molhos prontos, temperos industrializados, condimentos como mostarda, catchup, molho inglês e de soja, entre outros;

- Saleiro à mesa;

- Embutidos (salsicha, linguiça, mortadela, salsicha, presunto, entre outros);

- Queijos salgados (provolone, parmesão, prato, mussarela, entre outros);

- Suplementos de cálcio sem orientação médica.



Recomendações Importantes:


- Evite o fumo;

- Faça exercícios regularmente, mas, com recomendação médica e com orientação de um educador físico;

- Mantenha uma alimentação equilibrada (consuma regularmente em quantidade e qualidade controlada: leite e derivados desnatados, carnes magras, cereais, pães e massas, óleos e gorduras de origem vegetal, hortaliças e frutas);

- Consumir pelo menos três a quatro porções de leite ou iogurte desnatado, ou queijos magros (branco, ricota ou tipo cottage) por dia;

- Usar e abusar de temperos naturais (orégano, alho, cebola, cheiro-verde, salsinha, hortelã, cebolinha, entre outros) em substituição ao sal nas preparações.



“Deixe que a alimentação seja seu remédio, e o remédio sua alimentação!”

Elaborado por:
Isabella Alves Lemes 
Nutricionista / Pós Grad. em Espec. em Terapia Nutricional
CRN 29484

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Colite Ulcerativa X Alimentação


O que é Colite Ulcerativa?

É uma doença crônica, recorrente do intestino grosso (Intestino grosso (cólon) é um segmento intestinal de aproximadamente noventa centímetros de comprimento que se inicia no quadrante inferior direito do abdome, terminando no reto e uma de suas funções é a de desidratar as fezes a outra é a de armazenar fezes já formadas até o momento da evacuação). Quando a colite ulcerativa afeta o cólon, há no revestimento interno do intestino inflamação e úlceras. A doença pode envolver todo o cólon ou somente o reto, ou mais correntemente, alguma área entre eles.

Como acontece?

A causa é desconhecida. Alguns pesquisadores acreditam que pode ser um defeito no sistema imunológico em que os anticorpos do próprio organismo ataquem o cólon. Outros especulam que um microorganismo não identificado seja responsável pela doença. Ë provável que a combinação desses fatores, incluindo hereditariedade, podem estar envolvidos na causa.

O que acontece se eu não tratar?

A doença pode afetar a parte nutricional, causando retardo no crescimento infantil e do adolescente. Fígado, pele, olhos ou articulações ocasionalmente podem ter problemas mesmo antes de ter sintomas intestinais. Em longo prazo a colite ulcerativa gera uma grande preocupação que é o câncer de cólon. E, o risco de desenvolver o câncer de cólon aumenta significativamente quando a doença começa na infância, quando se apresenta pior dos 8 a 10 anos, ou quando há história familiar de câncer de cólon.
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O que devo fazer para controlar?

Na maioria dos casos é necessário o uso de medicamentos, além de uma dieta balanceada e saudável. E nos casos mais complexos é necessário cirurgias.

CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO:

- Consumir frituras no máximo uma vez por semana, e não reaproveitar o óleo;

- Consumir hortaliças e frutas à vontade, diariamente nas principais refeições;

- Retirar a pele do frango e a gordura aparente das carnes antes do preparo;

- Dar preferência aos alimentos cozidos, grelhados, assados ou refogados e sempre preparados com pouco óleo;
- Os embutidos de chester light e peru possuem muito menos colesterol do que os suínos. Preferi-los sempre;

- Usar sempre óleo de soja, girassol, milho, canola e azeite no lugar de manteiga, toucinho, banha, etc. Mas em pouca quantidade!

- Preferir iogurtes e leites desnatados e os queijos ricota ou branco ou cottage ou mussarela de búfala (PORÉM SE ESTIVER TENDO MUITA CÓLICA EVITAR LEITES E DERIVADOS);

- Consumir leguminosas (lentilha, feijão, vagem, ervilha).

ALIMENTOS QUE DEVEM SER EVITADOS:
           
- Frituras;

- Chocolate, achocolatado em pó;

- Coco, gordura de coco, cocada, leite de coco;

- Miúdos (como fígado, moela, coração, rim, miolo) e frutos do mar (camarão);

- Leite integral, nata de leite, creme de leite, leite condensado integral, manteiga, creme chantilly, sorvetes com elite;

- Queijos amarelos e gordos (parmesão, queijo ralado, catupiry, requeijão);

- Embutidos (lingüiça, presunto, salame, mortadela, salsicha);

- Gordura hidrogenada: bacon, banha, toucinho, gordura aparente das carnes, pele de frango.

Cuidados gerais
            A dieta é um item muito importante no tratamento da Colite Ulcerativa, mas não o único. Portanto:

- Faça exercícios físicos;
- Evite bebidas alcoólicas;
- Tome sua medicação corretamente, conforme orientação médica;
- Pratique atividades de lazer, para diminuir o stress.
           
SE VOCÊ NÃO RESISTIR E “CAIR EM TENTAÇÃO” NÃO SE TORTURE, PLANEJE VOLTAR A SUA DIETA NA PRÓXIMA REFEIÇÃO. COM DISCIPLINA E PACIÊNCIA VOCÊ CERTAMENTE IRÁ ALCANÇAR SEU OBJETIVO! 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

COLELITÍASE X ALIMENTAÇÃO

O que é a Colelitíase?

É a presença de pedras na interior da vesícula biliar. A vesícula é um pequeno órgão em forma de saco, localizado próximo ao fígado. Ela armazena a bile, um líquido amarelo esverdeado espesso produzido pelo fígado. Após a alimentação, a vesícula se contrai liberando bile ao intestino, esta entra em contato com o alimento, continuando a digestão iniciada pelo estômago. A função básica da bile é digerir as gorduras e ajudar na absorção de importantes nutrientes como as vitaminas A, D, E K. A Colelitíase é frequente na população de 20 a 60 anos, principalmente em mulheres.

Como são formadas as pedras na vesícula?

A bile é excretada pelo fígado e segue pelos ductos biliares para chegar ao intestino. Ela é composta por água, colesterol, sais biliares, bilirrubinato e lecitina. Em equilíbrio, estas substâncias mantêm a bile em estado líquido. Quando o colesterol, os sais biliares ou os bilirrubinatos são produzidos em excesso pelo fígado, há precipitação formando pequenos grânulos. Estes grânulos iniciam a formação dos cálculos biliares. A formação destes cálculos está mais relacionada a fatores metabólicos, hereditários e orgânicos do que à ingestão alimentar então a alimentação não interfere muito neste processo.

Todas as pedras são iguais?

Não, podem ser encontradas na vesícula pedras de colesterol ou de sais biliares; uma ou várias pedras; pedras pequenas, como grãos de areia ou grandes. Cerca de 90% das pedras são formadas de colesterol. O restante é composto de sais biliares (bilirrubinato). Os cálculos pigmentados, pretos ou marrons, são formados por bilirrubinato de cálcio principalmente.

O que causa a formação destes cálculos?

A causa ainda não é bem conhecida. Algumas pessoas que têm problemas sanguíneos relacionados à destruição de hemácias têm maior chance de ter pedras na vesícula, pois a vesícula usa os glóbulos vermelhos destruídos para a produção excessiva de bile. Pode haver aumento da secreção de colesterol pelo fígado ou a vesícula ter alguma dificuldade de esvaziamento.

Quais são os fatores de risco?

> Mulheres em idade fértil, principalmente por volta dos 40 anos;
> Mulheres que tiveram múltiplas gestações;
> Obesidade;
> Emagrecimento acentuado: aumenta a perda de colesterol na bile;
> Uso de contraceptivos orais;
> Gravidez;
> Sedentarismo;
> Idade avançada;
> Úlceras duodenais: provocam certa estase da vesícula facilitando a formação de cálculos;
> Pacientes submetidos a cirurgias gástricas para tratamento de câncer, úlcera ou vagotomias;
> Anemia hemolítica crônica;
> Uso de dieta parenteral.

A maioria não apresenta sintomas, as para aqueles que apresentam geralmente observa-se:

> Intolerância quando ingerem alimentos gordurosos como frituras, gema de ovo, empadas, carnes gordurosas, etc;
> Mal estar e dor de cabeça;
> Nos quadros mais agudos, há uma dor abdominal intensa, constante, no lado direito do abdome abaixo da costela, próximo ao estômago ou nas costas. A dor é forte, súbita e localizada e o abdome fica endurecido. Dura de 30 minutos a 5 horas;
> Náuseas, vômitos acompanham com frequência a dor abdominal;

Quando além da dor do lado direito do abdome há febre, calafrios e icterícia (amarelão) pode ser uma inflamação aguda da vesícula. Nesses casos, a urina pode ficar escura (na cor marrom) e as fezes claras.

Alimentos que você deve restringir:

- Leite, iogurte ou coalhada integrais;
- Queijos gordurosos;
- Chocolate e seus subprodutos; doces, bolos ou tortas doces que contenham creme de leite, coco, chocolate, chantili, sorvetes cremosos;
- Biscoitos amanteigados, massa folhada, torta de massa como empada, empadão, quiches;
- Banha animal, bacon, toucinho, torresmo;
- Carnes gordas, pele de aves, peixes gordurosos (sardinha, cavala, salmão, pacu, pintado), frios 
(mortadela, copa, salame, salaminho, presunto) e embutidos (linguiças e salsichas) gordos;
 - Alimentos fritos, milanesa ou empanados imersos no óleo;
- Manteiga, maionese comum, margarinas duras;
- Frutas oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, avelãs, macadâmia, amendoim);
- Frutas com alto teor de gordura como a polpa do coco e o abacate.

Alimentos que você deve preferir:

- Leite, iogurte ou coalhada desnatados;
- Queijos magros: minas, minas light, ricota, cottage, as linhas light;
- Bolachas/biscoitos (doces, salgados ou integrais), massas e tortas com menores teores de gordura, sorvetes de frutas no palito exceto os que contenham leite e gelatina;
- Óleos vegetais que podem ser de soja, milho, girassol ou canola e o azeite de oliva para o tempero da salada. Todos os óleos poderão ser usados sempre com moderação;
- Carnes magras, aves sem pele, peixes (pescada, cação, merluza). É importante retirar as gorduras visíveis antes do preparo, para que não ocorra o derretimento da gordura animal que penetrará na fibra muscular das carnes em geral ou irá para o molho das mesmas;
- Frios e embutidos mais magros à base de aves, sem excessos;
- Sanduiches com verdura, legume, carne ou frango ou peixe magros;
- Alimentos cozidos, ensopados, assados, grelhados ou refogados com pouco óleo vegetal;
- Frutas frescas ou secas, água de coco ou sucos naturais;
- Verduras e legumes de todos os tipos;
- Pães em geral, exceto os mais gordurosos como croissant, roscas de linguiça ou toucinho;
- Cereais (arroz, milho, trigo, aveia, centeio), tubérculos (batata, mandioca, cará, inhame, mandioquinha);
- Macarrão, bolonhesa com carne moída magra, molho branco com leite desnatado ou com brócolis, sempre preparado com pouco óleo vegetal;
- Leguminosas (feijão, ervilha, grão de bico, lentilha ou soja) temperados com temperos naturais.

Elaborado por: 
Isabella Alves Lemes 
Nutricionista / Pós Graduada em Esp. em Terapia Nutricional

CRN 29484

terça-feira, 21 de abril de 2015

Hérnia de Disco X Alimentação


Como acontece?
A coluna vertebral é composta por vértebras, em cujo interior existe um canal por onde passa a medula espinhal ou nervosa. Entre as vértebras cervicais, torácicas e lombares, estão os discos intervertebrais, estruturas em forma de anel, constituídas por tecido cartilaginoso e elástico cuja função é evitar o atrito entre uma vértebra e outra e amortecer o impacto. Os discos intervertebrais desgastam-se com o tempo e o uso repetitivo, o que facilita a formação de hérnias de disco, ou seja, parte deles sai da posição normal e comprime as raízes nervosas que emergem da coluna. O problema é mais frequente nas regiões lombar e cervical, por serem áreas mais expostas ao movimento e que suportam mais carga.

Principais causas:
            Predisposição genética é a causa de maior importância para a formação de hérnias discais, seguida do envelhecimento, da pouca atividade física e do tabagismo. Carregar ou levantar muito peso também pode comprometer a integridade do sistema muscular que dá sustentação à coluna vertebral e favorecer o aparecimento de hérnias discais.

Principais sintomas:
A hérnia de disco pode ser assintomática ou, então, provocar dor de intensidade leve, moderada ou tão forte que chega a ser incapacitante. Os sintomas são diversos e estão associados à área em que foi comprimida a raiz nervosa. Os mais comuns são:

- Parestesia (formigamento) com ou sem dor;
- Dor na coluna;
- Dor na coluna e na perna (e/ou coxa);
- Dor apenas na perna ou na coxa;
- Dor na coluna e no braço;
- Dor apenas no braço.

Prevalência:
            A hérnia de disco acomete mais as pessoas entre 30 e 50 anos, o que não quer dizer que crianças, jovens e idosos estejam livres dela. Estudos radiológicos mostram que depois dos 50 anos, 30% da população mundial apresentam alguma forma assintomática desse tipo de afecção na coluna.

Diagnóstico:
            O diagnóstico pode ser feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e o resultado do exame neurológico. Exames como RX, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada.

ORIENTAÇÕES GERAIS:

- Praticar Atividade física regularmente com orientação de um profissional especializado (realizando exercícios de alongamento, exercícios para fortalecer a musculatura abdominal e paravertebral);

- Manter a postura corporal correta;

- É indicadas sessões de fisioterapia e acupuntura;

- Uso de analgésicos e anti-inflamatórios conforme orientação médica;

- Compressas com água quente ou gelo geralmente reduzem a dor e a inflamação causada pelo deslocamento de hérnia;

- Alguns médicos recomendam o uso de órteses para as costas para ajudar a apoiar a coluna;

- Repouso pode parecer bom, pois a ausência de movimentos evita a sensação de dor, mas não se engane: repouso pode levar a problemas nas articulações e à fraqueza muscular - que podem ser difíceis de tratar. Descanse bastante, mas procure sempre levantar e dar uma volta, inclusive no trabalho e em casa.

Em geral, em apenas um mês, 90% dos portadores dessas hérnias estão aptos para reassumir suas atividades rotineiras.

É realmente necessária a realização da cirurgia?

Hérnias de disco na coluna cervical podem surgir diretamente nessa região ou serem provocadas por alteração na curvatura e posicionamento da coluna vertebral durante a crise da hérnia lombar. A escolha do tratamento, se cirúrgico ou não cirúrgico, considera a gravidade dos sintomas e o déficit motor. A cirurgia só é indicada quando o paciente não responde ao tratamento conservador e nos casos de compressão do nervo exercida por parte do disco que extravasou, pois corrigido esse defeito mecânico a dor desaparece completamente.

ORIENTAÇÕES NUTRICIONAIS

- Evitar bebidas alcoólicas e cigarro;

- Comer diariamente verduras e legumes tanto no almoço como no jantar;

- Mantenha seu peso sempre próximo ao ideal, evitando sempre seu excesso;

- Evitar: frituras, doces, chocolate, queijos amarelos, embutidos e gordura hidrogenada;

- Ingerir de 3 a 4 porções de frutas por dia com variedade (evitando as cítricas: laranja, maracujá, abacaxi, entre outras);

- Praticar atividades prazerosas, para diminuir o stress.

Elaborado por:
Isabella Alves Lemes
Nutricionista / Pós Graduada em Esp. em Terapia Nutricional
CRN 29484


segunda-feira, 23 de março de 2015

HÉRNIA DE HIATO X ALIMENTAÇÃO



Como acontece?

Hérnia de hiato é o deslocamento do estômago através do orifício pelo qual o esôfago atravessa o diafragma para penetrar na cavidade abdominal. Existe um músculo (músculo do esfíncter esofágico inferior) que se abre para permitir a passagem dos alimentos para o estômago e, então, se fecha para impedir que os ácidos estomacais subam para o esôfago. Qualquer alteração nesse mecanismo pode provocar o refluxo gastroesofágico e, conseqüentemente, azia, o sintoma mais comum da hérnia de hiato.

Incidência

A hérnia de hiato ocorre especialmente em pessoas mais velhas (acima de 50 anos), obesas e em mulheres multíparas.

Quais são os principais sintomas?

Embora muitos casos sejam assintomáticos, os principais sintomas da hérnia de hiato são:

-Azia,

- Eructações (arrotos);

- Fadiga;

- Dor no peito;

 -Refluxo dos ácidos estomacais que podem alcançar a garganta e provocar tosse ou sensação de vômito.

É bom ressaltar que azia crônica pode causar úlceras e esofagite, uma inflamação na parede do esôfago.

Como funciona o tratamento?

A cirurgia, que pode ser feita por laparoscopia, só é indicada para casos mais graves, uma vez que a hérnia de hiato costuma responder bem ao tratamento clínico. O médico pode prescrever antiácidos que ajudam a controlar os sintomas.


O que acontece se eu não tratar?

- Aspiração pulmonar;

- Sangramento lento;

- Anemia devido à deficiência de ferro (causado, geralmente, por uma hérnia grande);

- Estrangulamento (obstrução) da hérnia.

ORIENTAÇÕES NUTRICIONAIS:

- Evitar alimentos gordurosos, muito condimentados e frituras;

- Procurar não beber álcool nem bebidas gaseificadas;

- Não fumar;

- Não beber líquidos durante as refeições;

- Fazer refeições menores, mais leves e mais próximas umas das outras;

- Não ingerir grandes quantidades de alimentos perto da hora de dormir;

- Não se deitar ou se curvar imediatamente após uma refeição;

- Mantenha seu peso sempre próximo ao ideal, evitando sempre seu excesso;

- Evitar: frituras, doces, chocolate, queijos amarelos, embutidos e gordura hidrogenada;

- Ingerir de 3 a 4 porções de frutas por dia com variedade (evitando as cítricas: laranja, maracujá, abacaxi, entre outras);


RECOMENDAÇÕES GERAIS:

- Não usar roupas nem acessórios apertados;

- Usar travesseiros mais altos ou colocar pequenos calços na cabeceira da cama;

- Praticar atividades prazerosas, para diminuir o stress.

- Converse com seu médico sobre exercícios físicos, geralmente musculação pesada não é indicada.

A hérnia de hiato pode provocar dor semelhante à dor da angina e ser confundida com os sintomas dos ataques cardíacos. Procure assistência médica para um diagnóstico preciso. Não vale a pena correr riscos!

Elaborado por: 
Isabella Alves Lemes 
Nutricionista / Especialista em Terapia Nutricional 
CRN 29484

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Tipos de Vitamina A

    

 A vitamina A pode ser encontrada de duas formas: vegetal e animal; sua principal fonte, melhor absorvida pelo corpo é a de origem animal, encontrada principalmente em peixes, fígado, carnes, gema de ovo, leite e derivados integrais.
     Outra fonte alternativa é a vegetal (carotenóides), encontrado em frutas e vegetais de cor amarelo-alaranjada, como nectarina, pêssego, maracujá, manga, laranja, mexerica, pimentão amarelo, cenoura, abóbora, milho, grão de bico, cominho e, em menores quantidades, em vegetais verdes folhosos.
     A principal diferença entre elas é o tamanho da molécula. A molécula dos denominados carotenóides é muito grande, exigindo maior esforço do organismo para quebra e absorção, o que dificulta sua ação no nosso corpo.
     Como todo nutriente, devemos sempre consumir uma quantidade adequada ao nosso biotipo, o excesso de vitamina A produz efeitos colaterais tóxicos, resultando em náuseas, vômitos, diarréia, perda de cabelo, problemas de pele e visão, menstruação irregular, dores de cabeça e inchaço do fígado. Por ser sintetizada no fígado, o excesso pode sobrecarregar e restar carotenóides intactos na circulação, que causam mãos e solas dos pés bem amarelados.
     Uma das principais funções da vitamina A está no sistema imunológico, ela ajuda na manutenção do organismo, mais forte e menos suscetíveis a doenças e infecções. Outra função primordial é o aumento da quantidade de colágeno, prevenindo a flacidez, comum nos processos de emagrecimento.
     A poderosa vitamina A ainda é capaz de prevenir cânceres de pele, por ser um nutriente importante no sistema antioxidante e ter sua função intimamente ligada a pele.
     Uma dieta balanceada com quantidades adequadas de alimentos fonte de vitamina A, podem favorecer a ter uma pele mais saudável, fortalecimento da função imunológica e importante ação antioxidante possibilitando ao nosso corpo a ficar mais preparado para o cotidiano diário.

REFERÊNCIA:
NETO, H.T. Você conhece os tipos de Vitamina A?. Disponível em:<http://meunutricionista.com.br/voce-conhece-os-tipos-de-vitamina-a/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=voce-conhece-os-tipos-de-vitamina-a>. Acesso em: 24/02/2015.