quarta-feira, 26 de junho de 2013

FAST FOOD

           

          O Fast Food é um segmento no setor de alimentação que se constitui pela produção mecanizada de um determinado número de itens padronizados, os quais são sempre idênticos em peso, aparência e sabor. Em geral, as redes de Fast Food oferecem variedade limitada de produtos no cardápio, garantia da procedência de sua matéria-prima e preços compatíveis com o tipo de alimentos comercializados. Exemplos: Mc Donald's, Bob's (sanduíches), Baked Potato (batatas assadas, com recheio) e Pizza Hut (pizzas - brotinho). Consumir alimentos nesses lugares pode prejudicar seu plano alimentar (sua dieta) dependendo de alguns fatores. Mas, devemos lembrar que, consumir sanduíches ou pizzas raramente, não prejudica ninguém, desde que os ingredientes que os compõem não sejam tão ricos em gordura. Assim, os produtos que não contenham embutidos (bacon, salame, presunto), maionese, queijos amarelos (exemplo: cheddar), catupiry, molhos cremosos ou que não sejam fritos, na maioria das vezes, possuirão menos calorias em relação a aqueles que abusam desses ingredientes.






segunda-feira, 27 de maio de 2013

CHOCOLATE

      


O equilíbrio na alimentação deve ser respeitado durante o ano todo, mas há momentos e épocas em que este controle se torna mais frágil como quando estamos estressados, ansiosos, em lugares onde as tentações são fartas como em festas, aniversários e comemorações. Os chocolates estão por toda a parte e são utilizados para serem presenteados. O problema está nos tipos de chocolates, na quantidade e na freqüência do seu consumo.

Composição:
O chocolate é composto principalmente por pasta de cacau, manteiga de cacau, açúcar e leite, com variações nas concentrações destas substâncias que classificam o tipo do chocolate (ao leite, light, diet, amargo, meio amargo, sem lactose, sem glúten), além dos incrementos e recheios que aumentam o valor calórico.

O chocolate é um alimento funcional, pois, além de nutrir pode proporcionar benefícios ao nosso organismo,  dependendo  da sua composição nutricional, da quantidade  e juntamente com uma dieta saudável. A Organização Mundial da Saúde preconiza o consumo de no máximo 50 gramas de chocolate ao dia para que não se ultrapasse o limite de gorduras e açúcares.

Benefícios
- Rico em substâncias chamadas de polifenóis, entre eles flavonóides com poderosa ação antioxidante ao organismo. Essa ação neutraliza os efeitos de danos celulares causada pelos radicais livres (advindos do estresse, má alimentação, poluição, inflamações, obesidade);

- Ajuda na  vasodilatação sanguínea que junto com outras ações podem prevenir doenças cardiovasculares;

- Do cacau também se pode obter o extrato vegetal composto por ácidos graxos que contém uma excelente propriedade no que se diz respeito à hidratação, pois ele evita o ressecamento da pele e a perda de água;

- Ao comer chocolate com alto teor de cacau (60 a 80%) tem-se ainda elevação nos níveis de serotonina, dopamina e feniletilamina no cérebro levando à sensação de bem estar e melhora do humor. Consumi-los nos momentos de  ansiedade e TPM pode ser um alívio justamente por estas sensações que o chocolate proporciona, o que pode até viciar;

REFERÊNCIA

NUTRICIONAIS, A. Chocolate. Disponível em: < http://www.equilibrionutricional.com.br/atualidades-nutricionais-e-receitas/atualidades-nutricionais/416-chocolate.html>. Acesso em: 02 de Setembro de 2011.

Elaborado por: 
Isabella Alves Lemes
Nutricionista/Especialista em Terapia Nutricional
CRN3: 29484/P

quinta-feira, 25 de abril de 2013

CALORIAS NEGATIVAS, ALIMENTOS QUE EMAGRECEM. O QUE É ISSO?


Eles existem, pode acreditar. Você come e o corpo queima mais calorias para digeri-los do que a energia que fornecem 

O que são alimentos com calorias negativas? 
São aqueles que, para digerir, o organismo gasta maior quantidade de calorias do que aquelas que lhe são fornecidas.

Que alimentos possuem esta qualidade? 
Alguns exemplos são: couve-flor, brócolis, aspargos, cebola, nabo, alface, salsão, entre outros.

Quais os benefícios que eles oferecem? 
Especialmente para uma pessoa que faz controle alimentar, pois, ao comê-los, ela ingere alimentos que não somam calorias extras. São opções que podem ser associadas à dieta e que não vão comprometê-la. Principalmente as frutas como sobremesa ou lanche. Os legumes dão uma sensação de saciedade e podem ser consumidos em maior quantidade.

Água tem caloria negativa ou caloria zero?
Há outros alimentos nessa categoria? A água tem caloria zero e não existe nenhum outro alimento com esta característica!

É perigoso comer apenas estes alimentos? 
Sim, pois o organismo precisa de energia/calorias para "funcionar".

Quantas vezes por dia, então, eles são recomendados? 
Não existe uma regra, o principal é que se mantenha uma alimentação balanceada. É preciso variar os alimentos, sempre! No dia-a-dia devem fazer parte do cardápio também os que possuem calorias, mas, sem excessos! Não se pode exagerar, pois eles apresentam calorias negativas em parte (possuem caloria, só que é tão baixa que o organismo queima rápido). Mas tudo em demasia não é adequado.

Por que os médicos e nutricionistas não fazem cardápios apenas com estes alimentos para obesos? 
Mesmo as pessoas acima do peso precisam receber energia/ calorias dos alimentos para que as funções básicas do corpo funcionem adequadamente!

Pode-se comê-los sempre ou apenas em dieta?
Sempre, principalmente legumes e frutas têm outros benefícios, vitaminas e minerais.

Eles fazem mal ou bem à saúde?
Fazem bem, porém, a pessoa não deve fazer uma dieta baseada apenas nestes alimentos. É preciso dizer que há controvérsias sobre a existência deles e pouco se fala no assunto. O que se deve levar em conta é que são bons alimentos e devem ser opções para quem, de repente, fica tentado a sair da dieta. Podem ser usados à vontade, só não pode se restringir apenas a eles.



REFERÊNCIA

PERRONE, A. Calorias negativas, alimentos que emagrecem. O que é isso?. Disponível em: <http://www.meunutricionista.com.br/noticias.exibir.php?id=2705>. Acesso em: 24 de Fevereiro de 2012.

Elaborado por:
Isabella Alves Lemes  
Nutricionista/Especialista em Terapia Nutricional  
CRN3 29484

quarta-feira, 27 de março de 2013

ALIMENTOS ÁCIDOS PODEM PROVOCAR AFTAS?


             


            A afta é um tipo de ferida que aparece nas mucosas da boca, sendo muito comum aparecer na língua também, na parede das bochechas e nos lábios, além do céu da boca, onde sua incidência é mais rara. Em alguns casos, aparecerem diversas aftas ao mesmo tempo e de uma vez só, o que é bem desagradável.
                                                   
            Geralmente, o aparecimento de aftas está ligado a alguns distúrbios tais como a indigestão ou a diarréia. As aftas aparecem também em pessoas com febre alta ou que se encontram num elevado estado de estresse e em mulheres durante a menstruação, sendo comum também em reação a certos antibióticos e antiinflamatórios, por serem remédios que liberam substâncias ácidas para o esôfago.

            Sabe-se que a predisposição para o aparecimento de aftas varia de pessoa para pessoa, mas suspeita-se que seja um problema hereditário.

            Apesar de algumas frutas ácidas, como o abacaxi, a laranja, o limão e o kiwi poderem desencadear o aparecimento de aftas, não se pode dizer que as "frutas ácidas provocam aftas". Isso não passa de um 'mito'. Muitas pessoas que ingerem grandes quantidades de frutas e alimentos ácidos e não por isso costumam ter aftas.

            Na verdade, não só as frutas ácidas, mas também alguns temperos tais como o ketchup, a pimenta, a mostarda, o vinagre e outros, também podem desencadear o mesmo tipo de reações. Outros alimentos como açúcar, batata sem casca, feijões, centeio, entre outros também apresentam certo teor de acidez.

Mas por que essas reações acontecem?

            O fato é que algumas pessoas são mais sensíveis a determinados alimentos do que outras e quando ingerem, entre outras coisas, tais alimentos ácidos, desenvolvem aftas na boca, gerando grande desconforto e irritação.

            De fato, nenhum tipo de alimento ácido, nem mesmo as frutas ácidas, tem o poder de causar aftas. Como dito, o que acontece é que as pessoas que são alérgicas a determinados tipos de alimentos, acabam desenvolvendo aftas por estarem predispostas a que tal evento aconteça, não necessariamente por ingerirem frutas ácidas.

REFERÊNCIA

FIGUEIREDO, J.M.P. Alimentos ácidos podem provocar aftas? Disponível em:< http://www.meunutricionista.com.br/colunas.exibir.php?id=2544>. Acesso em: 28 de Janeiro de 2012.


Elaborado por:
                               Isabella Alves Lemes                 
                   Nutricionista/Especialista em Terapia Nutricional
                                   CRN3: 29484/P

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

ALIMENTAÇÃO NA TURQUIA


Culinária Turca:       

            Dizem muito, que para definir a culinária turca a palavra mais usada no mundo inteiro é “frescura”, porque lá se cozinha com muitos ingredientes frescos e eles não fazem uso de aditivos químicos de maneira nenhuma; é considerada uma cozinha milenar, onde as receitas são passadas de mãe para filha há gerações, e eles não gostam de novas receitas.

Ingredientes mais básicos dos pratos principais: legumes frescos, frutas, azeite de oliva, carnes, pescados e molhos.

Bebidas mais comuns: chá, café e raki (licor de uva, chamada também de leite de leão devido à sua cor esbranquiçada, é a bebida alcoólica mais apreciada e contém alto teor alcoólico).

Sobremesas mais comuns: baklava (folheado de nozes), arroz doce, pudim, mousse de chocolate e pudim de frango.

Frutas: Os Turcos também adoram frutas e comem bastante as da estação. No verão comem-se cerejas, pêssegos, uvas, melancia e melão, já no inverno laranja, maçãs e peras.

Água: é de boa qualidade em todo o país, ou seja, não há nenhum problema em bebê-la na torneira embora é sempre preferível beber água engarrafada.






REFERÊNCIA

Hábitos Alimentares Turcos. Disponível em: <http://www.business-with-turkey.com/guia-turismo/habitos_alimentares.shtml>. Acesso em: 27 Julho 2011.

Elaborado por:
Isabella Alves Lemes
Nutricionista/Especialista em Terapia Nutricional
CRN3: 29484/P

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

ALIMENTAÇÃO X CLIMATÉRIO


ALIMENTAÇÃO NA FASE DE CLIMATÉRIO PARA PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE

            A prevenção da osteoporose deve ser iniciada na infância e manter continuidade durante toda a vida, porém muitas mulheres não têm uma dieta equilibrada e balanceada e acabam sofrendo as conseqüências quando chega à menopausa. A mudança na alimentação quando chega esse período é de essencial importância para minimizar a deficiência de Cálcio.


CÁLCIO:

Desde o início da alimentação e principalmente no período de climatério a mulher deve ter uma alimentação rica em Cálcio para manter o equilíbrio no organismo e não ser necessário retirar a reserva de cálcio dos ossos. Portanto os alimentos abaixo sempre devem estar presentes na sua dieta.

Alimentos fontes de cálcio : hortaliças de folhas verdes escuras (como couve, folhas de mostarda e brócolis); leite e seus derivados (iogurte, queijos, requeijão...); as sardinhas, salmão enlatado, moluscos; ostras; e a soja também contém grandes quantidades de cálcio.

Pessoas que não toleram laticínios, geralmente são necessários que tenha uma suplementação de cálcio.

VITAMINA D:
        
A vitamina D também é muito importante para o osso nesta fase, por facilitar a absorção de cálcio e de fósforo que são essenciais aos ossos, ou seja, ela é indispensável á absorção intestinal do cálcio.

Alimentos fontes de Vitamina D: peixes (inclusive sardinha), frutos do mar, ovos, carne, leite, cogumelos, entre outros.

Observação: Consulte regularmente seu médico em relação à reposição hormonal mais adequada para você!

REFERÊNCIA:

LEMES, I.A.; SILVA, T.A.G. A importância da alimentação na prevenção da osteoporose em mulheres na pré e pós menopausa. 2009. Artigo (Graduação em Nutrição) – Universidade de Franca, Franca. 

Elaborado por:

Isabella Alves Lemes
Nutricionista/Especialista em Terapia Nutricional
CRN3: 29484/P



quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Como saber se o restaurante que você come tem qualidade?


Primeiramente, restaurante pra ser bom, não precisa ser bonito e chique. Precisa sim ser limpo e de qualidade. Se a alimentação não for de boa qualidade, ela pode te trazer sérios problemas, como intoxicações alimentares, e ai o que era prático vai se tornar mais caro e complicado, afinal ninguém quer pagar por uma intoxicação alimentar. Para isso é importante observar alguns aspectos e ter consciência deles.

Há muitas irregularidades nos restaurantes, mas se a população se conscientizar e denunciar pode-se contribuir bastante para a melhoria da qualidade das refeições nesses locais. Vamos ver alguns aspectos que pode ajudar a decidir qual é restaurante mais adequado e seguro em termos de qualidade alimentar.

Dica 1 - Obviamente você vai querer lavar as mãos antes de pegar o prato para se servir, então observe se o banheiro está longe de onde é oferecido o alimento. Os banheiros não devem ficar perto do local onde é servido, isso já diminui o risco de contaminação. Observe a colocação de pias para a lavagem de mãos se estão em locais estratégicos para evitar que as pessoas contaminem os alimentos expostos.

Dica 2 - Dê uma olhadinha nos funcionários que servem ou que recolocam os alimentos nas cubas. Estão de toucas? Usam máscaras? Como está o uniforme: limpo e bem apresentado? Isso é fundamental. Outro detalhe é que o funcionário que lida com o dinheiro no caixa também deve estar distante da comida.

Dica 3 - Observe os talheres, os pegadores, eles devem ser longos para evitar contaminação, ou seja, pra evitar que uma pessoa não aproxime tanto a mão do alimento pronto, porque nem todo mundo vai tomar o cuidado de lavar a mão assim como você. Observe também se os talheres estão embalados em saquinhos plásticos, isso ajuda a não pegar poeira, e elimina o risco de contaminação.

Dica 4 - No balcão de alimentos quentes, observe se há vapor saindo das bandejas. Se não tiver, a temperatura deve estar inadequada e o alimento frio. Veja se os balcões dispõem de barreiras, tampa de vidro, por exemplo, que protejam os alimentos de saliva, fios de cabelo e outras sujidades indesejadas.

Dica 5 - Observe quando o repositor vai ao balcão. A maioria da reposição da comida exposta é feita de maneira inadequada. Quando determinado alimento chega ao fim no balcão expositor, os funcionários dos restaurantes simplesmente jogam uma nova quantidade por cima dele, em vez de lavar ou trocar as bandejas. Uma pessoa que vai almoçar no final do expediente provavelmente vai comer parte do que foi colocado na bandeja pelo menos quatro horas antes, tempo suficiente para que ocorra a multiplicação das bactérias. Então, preste bastante atenção nisso!

Dica 6 - Visitar a cozinha do restaurante é seu direito, procure dar uma espiadinha. É uma forma de você poder conhecer alguns maus hábitos dos funcionários e até mesmo conhecer como eles trabalham. Na verdade, a maioria das cozinhas tem agora um vidro transparente ou uma janelinha para que as pessoas possam ver como está sendo o preparo. Procure ser mais curioso.

Dica 7 - Observe a higiene ao redor da mesa, o chão, as cadeiras, se o forro da mesa está limpo e se o funcionário do restaurante faz a troca dos forros quando necessário. Ainda em cima da mesa observe a higiene e condições do saleiro e os temperos que são oferecidos. Geralmente a sujeira se deposita nesses recipientes e muitas vezes eles são negligenciados, sendo feita apenas a troca do seu conteúdo. Veja também se os palitos estão envolvidos por um papel ou plástico. Hoje não se usa mais aquele paliteiro, porque também oferece risco de contaminação, mas o ideal é que ele esteja acondicionado adequadamente.

Dica 8 - Observe a apresentação dos alimentos. As saladas e principalmente as sobremesas devem estar em cubas refrigeradas, separadas de acordo com a característica de cada uma. Algumas sobremesas são divididas em copinhos plásticos, observe também a higiene dos mesmos e dos talheres utilizados.

Dica 9 - Por fim, evite almoçar tarde. A maioria dos alimentos fica muito tempo exposto e a qualidade e apresentação não vai ser a mesma. Evite também almoçar muito tempo após a última refeição porque a fome será maior e o consumo de alimentos também, muitas vezes nem se dando conta das condições do local, afinal a fome já está batendo faz tempo!

Dica 10 - Informe-se sobre a presença de um Nutricionista responsável no restaurante e procure-o caso tenha alguma dúvida, crítica ou sugestão. Caso não tenha, procure indicar um para que esse local possa manter uma qualidade superior nas refeições e garantir a segurança alimentar de todos os clientes, inclusive você. Um pequeno pedaço de alimento contaminado, por exemplo, é suficiente para o organismo manifestar uma intoxicação alimentar com sintomas como: náusea, vômito, dor abdominal, diarréia e pode até levar à morte!

Leve a sério o que você paga pra comer.

REFERÊNCIA:

DUTRA, D. C. Como saber se o restaurante que eu como tem qualidade? Disponível em: <http://www.meunutricionista.com.br/colunas.exibir.php?id=1569>. Acesso em: 10 de Novembro de 2011.