segunda-feira, 24 de setembro de 2012

DIETA PARA ALÍVIO DA SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL



            Um dia o intestino está preso. No outro, diarréia. Náuseas, dores de cabeça, fezes espedaçadas, sensação de insuficiência ao evacuar, distensão abdominal, dor e muitos gases. Tais sintomas podem indicar a Síndrome do Intestino Irritável, uma desordem gastrintestinal comum na nossa população pelo menos nos dias de hoje. O desequilíbrio intestinal, o estresse, a dieta inadequada, as alergias e intolerâncias alimentares, as alterações hormonais e o uso de medicação irritante, podem estar por trás deste transtorno que não tem como causa alterações estruturais do intestino, mas sim, da funcionalidade do mesmo. Assim, como os sintomas da síndrome (SII) podem ser confundidos com outras doenças, torna-se de extrema importância à avaliação do médico para o diagnóstico e o adequado tratamento. O cuidado na alimentação é fundamental e é capaz de amenizar o desconforto causado. A sensibilidade a um ou outro alimento é individual e normalmente a dieta de exclusão pode ser indicada, ou seja, o nutricionista retira um alimento suspeito e observa se o paciente terá alívio dos sintomas. 

Porém, de forma geral, alguns alimentos parecem ser mais agressivos e por isto devem ser considerados suspeitos e retirados da alimentação para observação. São eles:

- Leite e os derivados que contiverem lactose (queijo minas, requeijão);
- Alimentos com cafeína (chá preto, chá mate, chá verde, café, chocolate, coca);
- Condimentos e especiarias (canela, pimenta, alho, cebola);
- Frutas cítricas (laranja, limão, abacaxi, maracujá);
- Alimentos muito gordurosos (frituras, amendoim, queijos amarelos);
- Refrigerantes e bebidas alcoólicas;
- Alimentos com glúten (pão, macarrão, bolo, biscoito);
- Alimentos ricos em sacarose (açúcar, doces);
- Algumas carnes, como a de porco.

         Para o tratamento alimentar, o uso dos probióticos (microorganismos que melhoram a flora intestinal) está indicado. Este pode ser feito sob a forma de suplementos (saches ou cápsulas) ou ainda na forma de iogurtes.  As fibras, presentes nas frutas, nos vegetais, nos cereais e na forma de suplementos podem ser usadas na dieta, porém após avaliação da tolerância individual. Deve-se ainda aumentar ingestão de alimentos ricos em Ômega 3 como os peixes de água gelada, especialmente os mais fáceis para se encontrar como salmão e sardinha. E  o uso dos alimentos ricos em cálcio como os “leites” de soja fortificados e as fontes de magnésio (tofu, soja, tomate) além de chá que auxiliam a eliminação dos gases (melissa, camomila) podem auxiliar o tratamento que é complementado com cuidados com o sono, hidratação, prática da atividade física e diminuição do estresse.

REFERÊNCIA
SILVA, E.C. Dieta Para Alívio da Síndrome do Intestino Irritável. Disponível em: <http://www.meunutricionista.com.br/colunas.exibir.php?id=2327>. Acesso em: 27 de Dezembro de 2011. 

Elaborado por:
Isabella Alves Lemes
Nutricionista / Especialista em Terapia Nutricional 
CRN3 29484

sábado, 25 de agosto de 2012

FIBRAS...


FIBRAS

            Muitas vezes já vimos falar das fibras, devido seus benéficios para nossa saúde. Mas afinal o que são as fibras? São resíduos de células vegetais que não são digeridas pela parte superior do nosso tubo digestivo não nos fornecendo calorias. São compostos de celulose, pectina, gomas e cera. Temos então dois tipos de fibras: As insolúveis e solúveis.

            As fibras insolúveis têm capacidade de retenção de água, e ajudam na eliminação do bolo fecal, absorvem agentes cancerígenos prevenindo o câncer de cólon. Elas permanecem intactas no trato gastrintestinal diminuindo o tempo no intestino aumentando o bolo fecal tornando as fezes mais macias tendo efeitos positivos em hemorróidas varizes e diverticulite. São encontradas em: verduras, farelo de trigo, cereais integrais (pão, arroz).

            Já as fibras solúveis aumentam o tempo de exposição dos nutrientes no estômago proporcionando melhora na digestão destes. Promovem uma menor absorção de glicose ajudando as pessoas que possuem diabetes além de ajudar a diminuir o risco de diabetes tipo II. Diminuem a absorção de colesterol, pois absorvem ácidos biliares desviando o colesterol endógeno para nova síntese de ácidos biliares. Também protege contra o câncer de intestino. São encontradas em frutas, verduras, aveia, cevada, leguminosas (feijão, lentilha, soja, grão de bico)
            As fibras também ajudam na redução do peso, pois necessitam de mais tempo de mastigação gerando assim uma maior saciedade.
            A escassez de fibras pode levar a obstipação (prisão de ventre) e apesar dos inúmeros benefícios o seu excesso deve ser evitado, pois pode interferir negativamente na absorção de minerais, especialmente cálcio e zinco.
            Mas para as fibras exercerem seu papel nós temos que ingerir uma quantidade adequada de água podendo levar ao efeito contrário se aumentar o consumo de fibras, mas não o de água.
            Por isso devemos ter uma alimentação balanceada, bem colorida e variada que nos forneça minerais, vitaminas e fibras. Para que isso aconteça consuma diariamente frutas, verduras e cereais integrais e não se esqueça da água.

REFERÊNCIA

PEREIRA, J.G.M. Fibras: Benefícios para nossa saúde. Disponível em: <http://www.dicasdenutricao.com/2012/01/fibras-beneficios-para-nossa-saude.html>. Acesso em: 18 de Janeiro de 2012. 


Elaborado por:
Isabella Alves Lemes
Nutricionista/Especialista em Terapia Nutricional
CRN3 29484

quarta-feira, 25 de julho de 2012

ADOÇANTE X GESTAÇÃO


SACARINA: Não é capaz de provocar anomalias ou má formação no desenvolvimento do feto durante a gestação. Porém como ainda existem poucos estudos comprovando ou não o risco da sacarina para fetos humanos, o uso deste adoçante deve ser evitado durante a gestação e a amamentação de forma preventiva.

CICLAMATO: Suspeita-se que o ciclamato possa causar efeito negativo na construção genética da célula, porém, até hoje não existem relatos de má formação e problemas comportamentais nos fetos expostos ao ciclamato. Não existem dados disponíveis para recomendar seu uso durante a lactação.

ASPARTAME: Segundo os estudos a ingestão de produtos que contenham aspartame durante a gestação é considerada segura, desde que não haja excesso no consumo. No entanto, poucos estudos têm avaliado este tema, e a maioria dos profissionais de saúde optam por restringir o aspartame na gestação. O consumo de aspartame pela nutriz provoca pequena elevação nos níveis de aspartato e fenilalanina no leite. Então, deve-se evitar seu uso durante a gestação e a amamentação.

SUCRALOSE: Segundo a FDA (Food and Drug Administration) a sucralose não apresenta risco de provocar câncer, problemas neurológicos ou reprodutivos para os seres humanos. Porém ainda não há dados sobre o consumo durante a gestação e lactação.

ACESSULFAME-K: Este não é um adoçante considerado tóxico, causador de câncer ou mutações genéticas em animais. Não existem estudos em seres humanos sobre o uso deste adoçante na gestação ou lactação.

STEVIOSÍDEO: Em animais não existe efeitos deletérios durante a gestação. Não foi oficialmente classificado pela FDA quanto a possíveis riscos na gravidez, e também não há dados disponíveis sobre o consumo durante a lactação. O correto é evitar durante a amamentação e a gestação.

O que se observa é o maior risco no uso destes produtos talvez seja o consumo indiscriminado e excessivo, já que as pessoas acreditam que os adoçantes “não engordam” por isso são “saudáveis”. Na verdade o uso e a indicação são restritos, principalmente na gestação, orientado sempre pelo médico ou nutricionista.

REFERÊNCIA:

J, C.F. Adoçantes na gestação. Disponível em: < http://www.anutricionista.com/adocantes-na-gestacao.html>.Acesso em: 16 de Novembro de 2011.                               

Elaborado por:                                          Isabella Alves Lemes
                                           Nutricionista/Especialista em Terapia Nutricional
                                                                    CRN3: 29484/P


segunda-feira, 25 de junho de 2012

RÓTULOS DOS ALIMENTOS



Os rótulos são elementos essenciais de comunicação entre produtos e consumidores. Daí a importância das informações serem claras e poderem ser utilizadas para orientar a escolha adequada de alimentos. Em média, 70% das pessoas olham os rótulos na hora da compra, pois ele é uma forma de comunicação entre os produtos e os consumidores. Vejam algumas informações que sempre estão presentes nos rótulos e são importantes que você as identifique:

Lista de ingredientes:

Informa os ingredientes que compõem o produto. A leitura dessa informação é importante porque o consumidor pode identificar a presença de termos, como açúcar, sacarose, glicose, ou outros tipos de açúcar.
Observações: A lista de ingredientes deve estar em ordem decrescente, isto é, o primeiro ingrediente é aquele que está em maior quantidade no produto e o último, em menor quantidade; e alimentos de ingredientes únicos como açúcar, café, farinha de mandioca, leite, vinagre não precisam apresentar lista de ingredientes.

Origem:

Formação que permite que o consumidor saiba quem é o fabricante do produto e onde ele foi fabricado. São informações importantes para o consumidor saber qual a procedência do produto e entrar em contato com o fabricante se for necessário.

Prazo de validade:

Os produtos devem apresentar pelo menos o dia e o mês quando o prazo de validade for inferior a três meses; o mês e o ano para produtos que tenham prazo de validade superior a três meses. Se o mês de vencimento for dezembro, basta indicar o ano, com a expressão “fim de...... “ (ano).

Conteúdo Líquido:

Indica a quantidade total de produto contido na embalagem. O valor deve ser expresso em unidade de massa (quilo) ou volume (litro).

Lote:

É um número que faz parte do controle na produção. Caso haja algum problema, o produto pode ser recolhido ou analisado pelo lote ao qual pertence.

Devemos lembrar que informação nutricional obrigatória é a tabela nutricional. Sua leitura é importante porque a partir das informações nutricionais você pode fazer escolhas mais saudáveis para você e sua família.

LEIA SEMPRE O RÓTULO DO ALIMENTO ANTES DE COMPRÁ-LO, POIS NELE ESTÃO CONTIDAS TODAS AS INFORMAÇÕES DO PRODUTO!

Elaborado por:                                         
Isabella Alves Lemes                
Nutricionista/Especialista em Terapia Nutricional CRN3: 29484/P

Referência:

ANVISA. Manual de Educação aos Consumidores. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/alimentos/rotulos/manual_consumidor.pdf>. Acesso em: 4 de maio de 2011.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Você tem fome de quê?

Os tipos de comedores...        


A fome é o nome da sensação primitiva, fisiológica e confiável, por meio do qual nosso organismo percebe que o alimento é necessário. O mecanismo de fome é essencial para que os nutrientes necessários à vida cheguem ao organismo. Porém, a maioria das pessoas não come apenas para saciar a fome.  
            A comida é importante forma de socialização em nossa sociedade, além disso, muitos comem por frustração, tristeza, hábito ou por terem perdido a capacidade de identificar as sensações de fome e saciedade. No geral, o comportamento alimentar dos indivíduos pode ser dividido de três formas:

> Comedores instintivos: São as pessoas que comem quando tem fome e que param de comer quando já estão saciados. Crianças são, em sua maioria, são comedores instintivos, sendo quase impossível faze-las comer quando não tem fome e acalmá-las quando estão com fome. Porém, várias influências colaboram para que aprendamos a ignorar os sinais de fome e saciedade. Alguns pais e familiares forçam a criança a comer mais do que deve ou precisa. Também aprendemos ao longo da vida a comer em resposta ao ambiente ou às emoções.
> Comedores compulsivos: São as pessoas que comem demais. Estas pessoas nem sempre comem pela razão certa (fome), mas sim por tédio, tristeza, solidão, estresse, prazer… Além disso, os comedores compulsivos geralmente optam por alimentos que trarão conforto (como os açucarados ou gordurosos) e não necessariamente por alimentos que irão nutrir o organismo. O ato de comer também pode ser bastante automatizado, rápido ou pouco consciente (em frente à TV ou computador, por exemplo). Tais hábitos podem levar ao ganho excessivo de peso ou mesmo à má nutrição, em decorrência do excesso de determinados nutrientes em detrimento de outros igualmente importantes. Aqui a pessoa parece fora de controle.
> Comedores restritivos: São os que mantêm o peso à custa de muito sacrifício e restrições. Regras ditadas pela própria pessoa ou por algum profissional de saúde podem guiar o indivíduo, que pode se sentir culpado ao sair da dieta. Outros tendem a fazer mais e mais atividades físicas a fim de compensar o excesso de alimentos. Aqui a pessoa é, ao contrário do comedor compulsivo, extremamente controladora. Ao longo de dias, semanas ou meses de restrição, o indivíduo pode começar a se sentir cansado, sem energia ou motivação. Por isto, é comum em pessoas que fazem dietas alternarem compulsão e restrição.
            Aprender a comer de forma instintiva é, portanto fundamental. Se pergunte antes de comer sua torta, bolo, pizza ou sanduíche de hoje: “Estou com fome?” Esta pergunta é mais importante do que contar calorias, gramas ou pontos.
             "Ame seu corpo, consuma alimentos que favoreçam seu funcionamento, saúde e beleza".

REFERÊNCIA

TORRES, A. Você tem fome de quê? Os tipos de comedores... Disponível em:< http://www.meunutricionista.com.br/colunas.exibir.php?id=2432>. Acesso em: 06 Janeiro de 2012.

Elaborado por:                                         
Isabella Alves Lemes                
Nutricionista/Especialista em Terapia Nutricional CRN3: 29484/P

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Bebês que comem com a mão tem menos risco de serem obesos...


Bebês que comem com a mão tem menos risco de serem obesos


            Um estudo publicado pelo British Medical Journal mostra que bebês que escolhem a sua comida com as mãos são mais propensos a comer de forma saudável e manter um peso ideal, do que os bebês que são alimentados na boca com colher.
            A pesquisa foi realizada com 155 crianças entre 20 meses e seis anos e meio e foi baseada em questionário preenchido pelos pais.
            Noventa e dois bebês se alimentaram sozinhos com pequenos pedaços de alimentos sólidos. Os outros 63 foram alimentados com o método tradicional: alimentos amassados e dados na colher.
            Os pesquisadores da Escola de Psicologia da Universidade de Nottingham (Reino Unido) mostraram que os carboidratos, como pão e massa, são os favoritos dos bebês que se alimentam com as mãos, enquanto os de colher preferem alimentos doces. Mesmo que os pais ofereçam com mais freqüência carboidratos, frutas e legumes e proteínas.
            De acordo com os pesquisadores, os carboidratos na forma sólida podem sensibilizar as crianças para a textura dos alimentos, sensação que é perdida na forma de purê. Os carboidratos também são mais fáceis de mastigar do que outros alimentos sólidos, como a carne, afirmaram.
            Além disso, mais crianças com sobrepeso ou obesidade entre as observadas se alimentavam com a colher (oito crianças obesas). No grupo dos que se alimentavam sozinhos, apenas uma criança era obesa. Essa diferença não foi explicada pelo peso de nascimento, pelo peso dos pais ou por fatores socioeconômicos, segundo os pesquisadores.



REFERÊNCIA


ECOD, R. Bebês que comem com as mãos tem menos risco de serem obesos. Disponível em: <http://www.meunutricionista.com.br/noticias.exibir.php?id=2708>. Acesso em: 24 de Fevereiro de 2012.

Elaborado por:
Isabella Alves Lemes
Nutricionista/Especialista em Terapia Nutricional
CRN3: 29484/P

terça-feira, 27 de março de 2012

PRESSA X HÁBITOS ALIMENTARES



> Este estilo de comportamento já existe há muito tempo, mas é conhecido atualmente como Síndrome da Pressa. Sua incidência tem sido cada vez maior desde a década de 80. É considerada uma doença e não possui nenhum tipo de tratamento medicamentoso. Esta síndrome é considerada um conjunto de comportamentos que afetam diretamente a saúde, qualidade de vida e bem estar do indivíduo.  O ritmo acelerado da vida moderna, a velocidade com que coisas acontecem, a constante cobrança por resultados que tem ser produzidos cada vez mais e em menos tempo são, entre outros fatores, os mais importantes no aumento da incidência desta síndrome na população adulta.

Um estudo recente da PUC de Campinas revelou que:

      · 65% dos brasileiros apresentam tendência à Síndrome da Pressa; · 95% dos executivos sofrem da Síndrome da Pressa; e · 10% desenvolveram patologias a partir da Síndrome da Pressa, como: problemas cardiológicos, hipertensão arterial, diabetes do tipo 2, depressão e Síndrome do Pânico.

> Entre as mudanças de vida e hábitos que esta síndrome traz, está a pressa em se alimentar. As escolhas para as refeições durante o horário de trabalho passam a estar vinculadas ao tempo que se dispõe para se alimentar e não nas preferências ou no prazer que a alimentação deve proporcionar. Come-se no menor tempo possível. E quando se está em casa não é diferente. Come-se na frente da TV, sem sentar-se à mesa com a família. Alimentar-se deixou de ser um momento de união e prazer e passou a ser um ato automático.

> O alimento é o que mantém o corpo em perfeito e pleno funcionamento, é a conexão entre o corpo que temos e a percepção que fazemos dele. Quando não damos importância a isso deixamos de apreciar sabores, texturas, lembranças e, consequentemente, a quantidade. Comer rápido significa comer mal. É comum acabarmos comendo mais do que o necessário.

> A refeição, tanto fora de casa como em casa, deve ser um momento de prazer. Para isso, é muito importante aprender a mastigar os alimentos, apreciar os sabores e comer devagar. Sentar-se à mesa com a família é a oportunidade de comunhão entre pais e filhos e uma maneira de evitar que as crianças desenvolvem está síndrome no futuro.

> Os resultados desta síndrome passam por sintomas emocionais como a ansiedade; sintomas físicos como dores musculares e alteração no peso corporal e sintomas comportamentais como alteração dos hábitos alimentares.

> Para combater e evitar suas conseqüências é necessário que as pessoas aprendam a valorizar pequenas tarefas, tornado-as prazerosas como, por exemplo: ouvir uma música leve, observar um pássaro, dormir ao menos 8 horas por dia, alimentar-se de maneira saudável, de preferência ao redor de uma mesa acompanhado da família ou de amigos.

REFERÊNCIA


ABREU, A. M. A Síndrome da Pressa e sua Influência nos Hábitos Alimentares. Disponível em: <http://www.dicasdenutricao.com/2011/12/sindrome-da-pressa-e-sua-influencia-nos.html>. Acesso em: 09 de Dezembro de 2011.

Elaborado por:
Isabella Alves Lemes
Nutricionista/Especialista em Terapia Nutricional
CRN3: 29484/P